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Cursos para equipes web novembro 25, 2008

Posted by Viviane Danin in Conteúdo.
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O Diário do Vale, jornal em Volta Redonda, Rio de Janeiro, está empenhado em ampliar sua atuação online, em complemento ao bem-sucedido jornal impresso. Vicente esteve lá com eles na semana passada para um curso sobre conteúdo online e outras cositas a mais. E essa semana, dia 28, ele estará na Câmara dos Deputados, em Brasília.

A idéia do curso é colocar na tela alguns pontos da função do editor em sites de empresa e órgãos públicos. O profissional de comunicação que atua na internet precisa compreender sobre redação, jornalismo online, conteúdo colaborativo, redes sociais, arquitetura da informação, usabilidade, intranets, blogs.

Segundo Vicente, encontramos diariamente oportunidades e dificuldades para organizar nosso conteúdo. Por isso, é importante estar aberto para um conhecimento multidisciplinar – inclui estudantes e profissionais de comunicação social, jornalistas, redatores, gerentes de projeto, arquitetos, designers e quem mais se interessar.

Gravei um vídeo com ele comentando sobre os dois cursos. Assista:

Vamos publicar aqui no blog mais vídeos com informações específicas sobre os pontos do curso trabalhados pelo Vicente.

O jornalista é a voz do dono? outubro 19, 2008

Posted by Viviane Danin in Conteúdo, Ensino e educação.
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O jornalista pode se ver como um empregado de empresas de comunicação. Mas há um grande espaço para análise e opinião, não importa o tema de sua preferência. A fala foi durante o II Encontro de Professores de Jornalismo na UnB.

(É o primeiro vídeo, com áudio e imagens daquele jeito…) 

Vicente responde questionamento sobre carreira profissional. Assista!

Formação do jornalista em discussão na UnB outubro 18, 2008

Posted by Viviane Danin in Conteúdo, Ensino e educação.
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Leandro Fortes durante palestra na UnB

Leandro Fortes durante palestra na UnB

Professores e alunos do curso de Jornalismo do Distrito Federal, Goiás e Tocantins estiveram reunidos na Universidade de Brasília para o “II Encontro de Professores de Jornalismo”.

Fui ao evento acompanhando Vicente que foi convidado pela organização a compor a mesa de debates, após palestra inicial do jornalista Leandro Fortes que comento a seguir.

Leandro Fortes é jornalista com larga experiência como repórter de grande mídia e hoje também atua como professor do curso de jornalismo do Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb). Ele falou sobre a formação dos professores de jornalismo e comentou a discussão sobre o fim do diploma de jornalismo.

Segundo Fortes, há ruídos graves na discussão sobre o fim do diploma. “Eu acho que a nossa categoria é a única que renega o próprio diploma. Há inclusive professores fazendo esse discurso em sala de aula. É uma situação grave, eu diria patológica. Na minha opinião, essas pessoas deviam desistir da profissão porque estão reproduzindo o discurso patronal, algo como a Síndrome de Estocolmo, apaixonados pelo discurso do seu algoz.”

Nesse contexto, ele cita o caso dele como exemplo de profissional que vive os dois mundos, sendo profissional do mercado, repórter da revista Carta Capital e ao mesmo tempo professor em faculdade de Jornalismo.

Para ele, é evidente a necessidade de uma formação técnica para ser jornalista. Transformar informação em texto jornalístico não é pra qualquer um. É preciso ter aprendido as técnicas para fazer isso de forma eficiente. “A base do que temos que fazer é ter a capacidade de analisar a informação e transformá-la em texto da melhor forma possível”.

O que o discurso vigente patronal apregoa é acabar com o diploma e formar pessoas nas escolinhas dos grandes jornais, tipo Folha de S.Paulo, Estadão, Abril, Globo. Ele chamou esses locais de “escolinhas de monstrinhos” onde se treina pessoas dentro de padrões quase “bitolantes”, com a utilização dos manuais de redação que são, na verdade, “manuais de doutrinação”.

Dessa forma, são criados jornalistas despreparados, pouco preocupados com o leitor mas com o que o “coleguinha” vai achar. O que Fortes chamou de “jogo da vaidade”. Há uma preocupação latente em dar a notícia mais rápido do que o concorrente em detrimento da boa apuração dos fatos ou simplesmente para vender mais jornais. O resultado é uma cobertura ruim, pouco interessante, pobre.

(Faço aqui uma pausa para dizer que essa semana li um post no blog de um amigo, o Marcelo Pimenta, que de certa forma discutia essa questão.)

Fortes acrescentou ainda que para melhorar a formação de estudantes de jornalismo é preciso que sejam repassados conceitos universais: “temos que formar jornalistas para o mundo e não para os veículos e isso só se consegue com uma boa formação acadêmica”.

Ao mesmo tempo, Fortes cita como importante que haja um equilíbrio nas faculdades de jornalismo quanto a formação dos professores. É preciso que haja além de professores acadêmicos profissionais de mercado.

Fica a discussão.

Jornalistas e professores em debate com a platéia

Jornalistas e professores em debate com a platéia

O debate

Após a palestra de Leandro Fortes, formou-se a mesa. Cito aqui sucintamente as principais frases ditas por cada um dos participantes:

Zélia Leal, jornalista, professora da UnB
Sobre o jornalista multimídia comentou a preocupação com as más condições de trabalho preconizadas por esse jornalista que deve fazer tudo, reportagem, fotografia, podcasts, vídeocast. Há uma natural perda de qualidade. Quem lucra com isso?

Gustavo Krieger, jornalista, blogueiro e repórter especial do Correio Braziliense
O profissional deve se adaptar à nova realidade imposta pela internet. Citou o exemplo do Ricardo Noblat, que criou um blog numa situação de desemprego e hoje se tornou uma das principais fontes de informação na área política do país.

André Deak, jornalista, escrevendo principalmente para mídias digitais
O mais importante é discutir a formação do jornalista do que a de um jornalista multimídia.

Sylvio Costa, criador do site Congresso em Foco
O jornalista deve ter uma base sólida em ciências sociais, literatura e outros, campos que possibilitem compreender minimamente a realidade em que vai atuar. Além disso, devem:

  • Dominar o idioma em que escreve;
  • Produzir informação nova e relevante;
  • Preservar a dimensão ética e social;
  • Fiscalizar os poderes e
  • Dominar as ferramentas de internet para apurar, relacionar-se com diversos públicos, repensar seu papel e oferecer produtos úteis e de qualidade.

Vicente Tardin, jornalista, criador do Webinsider e um dos autores deste blog
Há espaço para reflexão fora das grandes empresas de comunicação e interesse por parte do público. A internet possibilitou isso e é preciso aproveitar essa nova realidade, tornando-a uma oportunidade.

Sábado de manhã na UnB outubro 16, 2008

Posted by Vicente Tardin in Ensino e educação.
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Fui convidado para participar de uma mesa redonda sobre o ensino de Jornalismo, na Universidade de Brasília. Vamos lá então, né?

O II Encontro de Professores de Jornalismo do Distrito Federal, Goiás e Tocantins será aberto, no sábado, 18/10, na Universidade de Brasília, com uma palestra e um debate sobre a formação e o papel do jornalista
multimídia na sociedade moderna.

Há mais de 40 trabalhos inscritos e o assunto tem a ver com “preparar novos jornalistas para a realidade de um mundo onde predominam as tecnologias da informação e da comunicação é uma tarefa com a qual os professores e os cursos de Jornalismo têm que se preocupar”.

Às 9h de sábado ouviremos o jornalista Leandro Fortes e depois vem a mesa redonda sobre o tema central do evento, “A formação do jornalista multimídia”. Os debatedores serão Sylvio Costa, André Deak, Gustavo Krieger, Zélia Adghirni e eu.

Achei o convite muito simpático e vai ser legal ouvir os caras que vão iniciar como jornalistas, assim como eu há tantos anos atrás, quando logo criei um relacionamento bem próximo com uma máquina de escrever Olivetti.

Leia o press release no Outrolado: II Encontro de Professores de Jornalismo DF-GO-TO

Relembrar é viver outubro 15, 2008

Posted by Viviane Danin in Conteúdo.
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Ro, Ana, Gabys, Dands e eu

Ro, Ana, Gabys, Dands e eu

Como boa canceriana que sou,  adoro relembrar e remexer no passado. Passado bom é claro.

Pois bem, comecei a semana postando no blip.Fm uma música (Toxity, do System of a down) que muito lembra meus tempos de Andi. Encontrei a música por acaso e foi o suficiente para lembrar as longas madrugadas na época da criação do novo site da ONG. Para o leitor que não sabe, fui coordenadora de Mídia Online da Andi por quase 5 anos. Aprendi muito nesses tempos. Também conheci lá as melhores pessoas que se tornaram amigos para sempre.

E o que esse assunto tem a ver com esse blog? Bem, resolvi fazer esse post para aqui incluir link para mostrar uma entrevista que concedi ao pessoal do curso de comunicação social da Universidade Católica de Brasília. A entrevista é de 2006 e falo sobre jornalismo online e terceiro setor.  Confira e comente!